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A Natureza e o Ministério dos Anjos - A. J. Pollock

1. A Natureza dos AnjosO assunto dos anjos tem vindo muito à tona ultimamente. A história dos “anjos em Mons”* chamou a atenção para isso de uma maneira impressionante. A insistente campanha do espiritismo moderno preparou as mentes para o sobrenatural; enquanto artigos na imprensa diária contribuíram para o destaque do assunto. Um clérigo de Londres declarou que “anjos amigos” o visitam continuamente, e o Rev. G. Maurice Elliott, um reitor de Lincolnshire, apresenta uma afirmação semelhante.
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 Os Anjos de Mons é uma das muitas histórias do suposto aparecimento de uma variedade de entidades sobrenaturais que protegeram o Exército Britânico da derrota pelas forças invasoras do Império Alemão no início da Primeira Guerra Mundial, durante a Batalha de Mons, na Bélgica, em 23. Agosto de 1914. 

O batismo só pode ser por imersão? F. W. Grant

Só uma coisa pode ser objetada diante deste argumento decisivo: que esses “batismos” devem ser, neste caso, aspersão e não imersões, o que, é garantido por todos, é o significado primário da palavra. A resposta é que as Escrituras mudaram muitas palavras do seu significado primário, e que esta é uma delas. A força do “batismo” no Novo Testamento não depende de forma alguma do modo.

Quando Israel foi “batizado em Moisés nas nuvens e no mar”, eles não foram imersos em nenhum deles, e introduzir esse pensamento na passagem transformaria seu significado solene em absoluta loucura. Dessa forma maravilhosa, eles foram separados de seu passado no Egito e levados para a escola de Moisés: essa entrada foi acompanhada por uma lição maravilhosa do poder e da majestade de um Deus-Salvador. Depois de tudo isso, transformar seu Libertador em um destruidor!

Os filisteus e a devida ordem

Os filisteus certa vez tentaram conquistar o Egito, mas não conseguiram e acabaram sendo forçados a se estabelecer no sul da terra prometida. Eles não passaram pelo Mar Vermelho. Eles nada sabiam sobre o poder da redenção. Eles nada sabiam das lições do deserto. Eles nada sabiam sobre a serpente de bronze. Eles nunca se alimentaram do maná. E eles nada sabiam sobre a passagem do Jordão. No entanto, eles estavam na terra, até Belém, a casa de Deus.

Masturbação - carta de C. S. Lewis

Concordo que aquela coisa sobre “desperdício de fluidos vitais” é uma besteira. Para mim, o verdadeiro mal da masturbação seria que ela requer um apetite que, em uso legítimo, leva o indivíduo para fora de si mesmo para completar (e corrigir) sua própria personalidade na de outro (e finalmente nos filhos e até mesmo nos netos) e se transforma em devolvê-lo: mandar o homem de volta à prisão de si mesmo, para manter lá um harém de noivas imaginárias.

Jejum - Melqui Araujo

P. Poderia me responder, se o jejum feito para que uma crise financeira seja vencida,ou pra vencer qualquer tipo de problema difícil em qualquer área ,é válido diante de Deus?

R Não. O jejum não tem a intenção de fazer com que o crente vença, na verdade, está em oposição a isto; ele faz com que você perca, e não é de finanças que estou falando. Estou falando de colocar a si mesmo em prejuízo, negando a satisfação do seu próprio corpo para se dedicar a Deus. É negar o pão ao seu corpo, e deixar com que a fome pelo verdadeiro pão, Cristo, seja o mais importante. Basicamente é a renúncia de algo que seja lícito ou bom, em si mesmo, como comida, com a intenção de expressar a sua necessidade por algo que seja maior, Cristo e seus interesses. Você não terá uma experiência profunda com Cristo até que abra mão de si mesmo para viver para Cristo. O jejum é apenas uma parte disto, mas, uma vida em “jejum dos prazeres do mundo” é o estado normal de um cristão saudável em sua fé.

Diferença entre remorso e arrependimento - J. N. Darby

Permita-me apresentar a você meus pensamentos sobre o arrependimento, como acredito que as escrituras nos apresentam. Acho que já enviei a você um pequeno artigo sobre isso, mas acho que o caráter do evangelho agora comumente pregado exige uma declaração bíblica distinta do que é.

Os altos e baixos da vida - Frank Binford Hole

Em 1915 nosso irmão Frank Binford Hole escreveu o texto a seguir, animando os irmãos  da época devido as incertezas do futuro. Mal sabia ele o que viria;

1- Mais 3 anos da 1 Guerra Mundial, acabaria em 1918.
2 - Na sequência a Gripe Espanhola 1918 a 1920.
3 - Crash da Bolsa Americana e depressão econômica 1929 a 1939.
4 - Segunda Guerra Mundial em 1939 a 1945.

O autor partiria para estar com o Senhor no ano de 1964, depois de passar por tudo isso morando na Grã-Bretanha. O texto tem o título "Os altos e baixos da vida", e é sobre Daniel, um exemplo de como nos portar frente às mudanças.

De que geração o Senhor está falando em Mateus 24:34?

Irmãos dos séculos 19 e 20, que conheciam a Bíblia melhor que eu e você, interpretaram a passagem assim:

Arno Clement Gaebelein: A interpretação errônea da palavra “geração” é responsável pela concepção errônea tão prevalente em nossos dias. Diz-se que “esta geração” deve significar a própria geração, as pessoas que viviam então na terra, quando o Senhor falou estas palavras. É fácil ver como, se este é o significado de “esta geração”, os eventos preditos por nosso Senhor devem ter sido cumpridos dentro do tempo de vida das pessoas que viviam então. Que outro evento poderia significar além da destruição de Jerusalém no ano 70? Assim, a interpretação errada dessas duas palavras, “esta geração”, tem desencaminhado um grande número de professores da Bíblia e leitores deste discurso.

VOCÊ TEM UM AMIGO?

Certo homem tinha três amigos e teve que ser julgado por haver transgredido a lei. Esperando poder contar com a influência de seus amigos para escapar da sentença, dirigiu-se a eles suplicando por auxílio.

- Tudo o que posso fazer por você - disse o primeiro - é comprar-lhe uma bela roupa para que, com ela, compareça perante o juiz.

- E eu - disse o segundo - posso acompanhá-lo até à porta do tribunal.

- Quanto a mim - disse o terceiro amigo, aquele com quem o homem menos se importava - entrarei com você no tribunal e, perante o juiz, me declararei culpado das suas dívidas e serei condenado à prisão em seu lugar!

A Bíblia ensina ciência? - A. J. Pollock

O falecido Oswald Chambers fez uma observação muito pertinente: “Se a Bíblia concordasse com a ciência moderna, logo estaria desatualizada, porque na própria natureza das coisas a ciência moderna está fadada a mudar”.

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