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Antes da fundação do mundo e antes dos tempos eternos - William J Hocking

Nada confunde mais a mente humana do que a concepção de eternidade antes de o mundo começar. O homem é incapaz de conhecer qualquer coisa a respeito, exceto aquilo que Deus revelou. As Escrituras são relativamente silenciosas a respeito do passado eterno. Mesmo no Novo Testamento, onde brilha a luz mais clara e completa da revelação de Deus, pouquíssimas passagens chegam tão longe no passado ao ponto de mostrar o que havia antes da fundação do mundo e do princípio dos tempos eternos. Mas essas poucas alusões devem ser apreciadas e estudadas como de valor especial, considerando que elas nos revelam um pouco dos propósitos secretos de Deus formados por Ele antes chamar à existência o universo por meio de sua Palavra onipotente, e antes que guarnecesse esse mesmo universo por meio de Sua onisciente sabedoria.

Diga "SIM!" - Mario Persona

Você já deve ter escutado pessoas dizendo que a Bíblia estaria cheia de erros, e algumas chegaram a essa conclusão pelo fato de nossa Bíblia não ser baseada no texto original, porém em sucessivas cópias de manuscritos. Então, considerando que os manuscritos que deram origem à Bíblia moderna foram copiados muitas vezes, existiria a possibilidade de alguém ter feito alterações nessas cópias. Alguns alegam que a igreja católica teria reservado os manuscritos originais, produzindo outros para introduzir neles os erros. Outra alegação é a de que a Bíblia também não seria digna de crédito por não ser um documento histórico, e sim um conjunto de lendas, ideias e costumes de uma época. Outros dizem que a Bíblia não serve para uma civilização tão moderna e bem instruída quanto a nossa. Segundo estes, ela podia ter sido muito boa para controlar as civilizações selvagens e bárbaras da antiguidade, porém em nossos dias não precisaríamos de um livro assim por estarmos mais desenvolvidos e melhor informados. Resumindo, estas e outras opiniões tentam de várias formas minar a legitimidade deste livro que conhecemos como a Palavra de Deus. Será que elas têm fundamento?

O Castigo Eterno - H. Bouter Jr.

O que as Escrituras dizem concernente à natureza do castigo eterno? Os cristãos que levam a Bíblia à sério creem na natureza perpétua do castigo eterno. Por mais horrível que isso possa parecer, o castigo no inferno não tem fim. A Bíblia também expõe claramente as características do castigo eterno. Aqueles que defendem a doutrina do Universalismo minimizam o significado do castigo eterno, tanto no sentido de sua extensão quanto de seu teor. Afirmam, por exemplo, que "...as Escrituras não ensinam um castigo literal, porém descrevem o inferno simplesmente no sentido metafórico, já que usam palavras como fogo, verme e trevas, que são apenas imagens e não deveriam ser tomadas literalmente. Onde existe fogo" — afirmam os Universalistas —, "não poderiam existir trevas simultaneamente". Todavia as Escrituras falam de três coisas para nos apresentar a natureza do castigo eterno: fogo inextinguível, verme que não morre e trevas exteriores. Vamos considerar cada uma dessas características uma a uma.

"É hora de acordar do sono" - F. B. Hole

Mais um ano da peregrinação da igreja está chegando ao fim e antes que termine temos o desejo de dizer uma palavra de advertência e um grito de despertar para todos os nossos companheiros de fé ao nosso alcance. Um inimigo muito dissimulado e sútil está entre nós. Sua presença não é sinalizada por graves pecados ou escândalos. Ele cresce e mantém a influência mesmo quando a vida religiosa exterior do cristão é conduzida com regularidade e propriedade. Seu nome é SONO.

A responsabilidade dos pais - C. H. Mackintosh

"Então Moisés e Aarão foram levados outra vez a Faraó, e ele disse-lhes: Ide, servi ao Senhor, vosso Deus. Quais são os que hão de ir? E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos meninos, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque festa ao Senhor temos. Então ele lhes disse: Seja o Senhor assim convosco, como eu vos deixarei ir a vós e a vossos filhos: olhai que há mal diante da vossa face. Não será assim: andai agora vós, varões, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os lançaram da face de Faraó" (Êx 10:8-11).

Emaus - Lucas 24 - Hamilton Smith

Quão variadas são as condições da alma em que os discípulos foram encontrados na manhã da ressurreição. Pedro estava desviado; Tomé cético; Maria Madalena desolada e os dois discípulos, a caminho de Emaús desapontados. Além disso, é abençoado ver com que habilidade divina e perfeita graça o Senhor se adapta a esses variados estados de alma. Ele tem uma palavra restauradora para os desviados, uma palavra reprovadora, mas encorajadora para os incrédulos, uma palavra reconfortante para o desolado e uma palavra inspiradora para tocar o coração e alcançar a consciência dos desapontados.

"Uma Coisa" - Hamilton Smith.

"Uma coisa te falta... uma só coisa é necessária... uma coisa faço" (Marcos 10:21; Lucas 10:42; Filipenses 3:13)

As Escrituras em que essas três afirmações ocorrem trazem diante de nós personagens muito diferentes. Na primeira passagem, aprendemos que "uma coisa" estava faltando ao jovem rico. No segundo, aprendemos na história de Marta e Maria que a "única coisa" que falta é a "uma coisa" necessária. Na terceira, descobrimos que a "única coisa" necessária é "uma coisa" que marcou o apóstolo Paulo. Vendo que nosso Senhor coloca ênfase sobre esta "uma coisa", certamente convém sondar nossos corações, à luz dessas Escrituras, com o desejo sincero de sermos marcados por essa "coisa única".

Não tenham medo, pequeno rebanho - John Kulp

Fraqueza e pequenez não são qualidades valorizadas pelo homem natural, e os cristãos ficam relutantes em aceitar serem percebidos como insignificantes no mundo que os rodeia. O Senhor, em sua bondade, ensinou ao apóstolo Paulo o valor de considerar-se fraco pela instrumentalidade de um "espinho na carne", para que ele não se tornasse orgulhoso e exaltado em seus pensamentos a respeito de seus privilégios e conquistas.

Mórmons creem em Jesus? - John Kulp

A resposta curta, porém incompleta à questão acima, é: depende do que você quer dizer com as palavras "crer" e "Jesus". Sem dúvida muitos mórmons acreditam da mesma forma que muitos nos dias de Jesus acreditavam em Seu nome quando viam os milagres que Ele fazia (João 2:23), e também como aconteceu com Simão, o mago, quando a pregação do reino de Deus em Samaria foi acompanhada de milagres e sinais (Atos 8:5-24). No entanto, uma crença carnal em uma construção intelectual ou religiosa, independente do quanto você fique impressionado pelo poder sobrenatural da Pessoa divina que fornece os blocos para a construção de tal conceito, não pode salvar sua alma do inferno e da ira de Deus.

Os Mandamentos de Jesus

Embora os cristãos tenham sido libertos do jugo da lei, da qual Pedro disse, “que nem nossos pais nem nós pudemos suportar” (At 15:10), as justas exigências da lei são cumpridas nos verdadeiros crentes no Senhor Jesus Cristo, “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rm 8:4). Os cristãos não têm como sua regra de vida os Dez Mandamentos, que foram dados a Israel. Temos a Cristo como nosso exemplo; possuímos uma natureza divina que tem a capacidade de agradar a Deus, e o Espírito Santo como o poder que nos capacita a andar para o prazer de Deus neste mundo. Os Evangelhos nos mostram o que Cristo foi para Deus no mundo, e seus mandamentos nada mais eram do que a expressão formal daquilo que estava sendo vividamente expressado em si mesmo, pois ele nunca pediu a outros para fazerem coisa alguma além daquilo que ele expressava com perfeição em sua própria vida diante deles.

Cristo em Hebreus 1 - Hamilton Smith

O Filho veio nos "últimos dias", no encerramento dos dias dos profetas. O testemunho de Deus ao homem, do modo como havia sido apresentado no passado, continuou na Pessoa do Filho. Os profetas falaram como instrumentos usados pelo Espírito de Deus. Quando o Filho veio era o próprio Deus falando. Na Pessoa do Filho Deus aproximou-se dos homens, e o homem pôde aproximar-se de Deus sem a intervenção de um profeta ou sacerdote. A importância de qualquer coisa que é dita depende principalmente da grandeza e glória da pessoa que o diz. Deus nos falou na mais gloriosa Pessoa — o Filho Eterno. A fim de podermos apreender a grandeza daquele que fala, e assim a importância daquilo que é falado, o Espírito de Deus nos apresenta uma visão dos sete aspectos da glória do Filho.

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